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20 de outubro de 2014

Tempo


por Douglas Weege

Quanto tempo tenho?
Quanto tempo tens?
Quanto tempo temos?

Para o sonho sonhar?
Para a brincadeira brincar?
Para a esperança renovar?

O tempo do agora,
Que superou o de outrora,
E no presente já pereceu.

Sonho, brincadeira, esperança.
Vive-se no tempo,
Desde a infância.

29 de agosto de 2014

Para o recanto


por Douglas Weege

Conhecer é uma descoberta
Assim como quem se desperta
De um escuro sonho
Para tudo o que é novo

O novo alimenta, apimenta
Causa angústia até saber, conhecer
Pois o novo encanta, como a dança
Que os olhos faz brilhar, se entregar

Entregue-mo-nos ao espanto
De descobrir a magia, que inspira
Que se mostra a cada dia, na rotina
Para nos levar do assombro ao recanto

29 de maio de 2013

E quando o "EU" morrer?


Por: Douglas Weege

E Quando o “eu” morrer?
Não haverá tristeza nem saudade.
Não haverá despedida nem espanto.
Só haverá alegria e canto.

15 de outubro de 2012

Contemplar a vida

Uma criança espantada
Com o novo a sua frente
É o menino Davi
Ouvindo algo diferente

Pouco mais de um ano
A criança já inspira
Pois sua sensibilidade
É um exemplo para a vida

Olhando para a criança
Percebemos a razão
Por que tanta tristeza
No mundo de então

É a falta de sensibilidade
Que causa desgosto
Pois na contemplação do mundo
É que se encontra o oposto

Um som,
Um olhar,
Aí está:
A satisfação.

Douglas Weege