Mostrando postagens com marcador Devaneios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Devaneios. Mostrar todas as postagens

25 de abril de 2016

Empatia: capacidade de dar vida


Existem coisas na vida que se você possui e/ou experimenta lhe fazem alguém melhor. Parece-me razoável que uma dessas coisas denominamos de "empatia". De modo geral, diz-se que a empatia é uma "capacidade psicológica para se identificar com o eu de outro, conseguindo sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas"[1]. De início, é preciso dizer que ter empatia não tem qualquer relação com aquele sentimento de pena que muitos tem pelos outros. Ter pena não é empatia, longe disso!

5 de setembro de 2015

Quando fingir não é o melhor remédio.


por Douglas Weege

É comum as pessoas utilizarem diversos mecanismos para que não enfrentem seus problemas. Isso ocorre ou pelos problemas se mostrarem a cada um como se fossem insolúveis ou por haver certo medo de que o enfrentamento de um problema gere inúmeros outros. Entre as diversas possibilidades de solução, diante desses incômodos, está, parece, o fingimento. Parece haver certa aceitabilidade que fingir é sempre o melhor remédio. Mas essa visão e posição acerca dos ditos problemas pode lançar o indivíduo num poço sem fim, que só na completa escuridão, do fingir ser o que não é ou estar onde não está, manifesta-se a (quase) impossibilidade de ver alguma luz novamente.

23 de janeiro de 2015

Sobre a curiosidade


por Douglas Weege

Dizem que a curiosidade mata, mas tenho a sensação que o que mata mesmo é a falta de desejo em saber. Atribuem a Eça de Queiróz a seguinte afirmação: "Curiosidade: instinto que leva alguns a olhar pelo buraco da fechadura, e outros a descobrir a América". Se há dois tipos de curiosidade não sei, mas a que interessa aqui é essa capaz de descobrir um continente. Do contrário, se for para olhar pelo buraco da fechadura, que seja pela porta do conhecimento.

22 de novembro de 2014

O que, de fato, importa?


por Douglas Weege

A palavra importância deriva do latim importans, importare que pode ser traduzida por "ser significante em", originalmente "trazer para", formada por in, "em", mais portare, "levar, carregar". Quando se fala em importação todos sabem o significado, ou seja, refere-se ao transporte de um produto de fora do país para dentro. O mesmo ocorre com cada pessoa em relação aquilo que considera importante para sua vida. Todos levam para dentro de seu ser aquilo que consideram importante. Por isso, cabe a pergunta: o que, de fato, importa?

20 de outubro de 2014

Tempo


por Douglas Weege

Quanto tempo tenho?
Quanto tempo tens?
Quanto tempo temos?

Para o sonho sonhar?
Para a brincadeira brincar?
Para a esperança renovar?

O tempo do agora,
Que superou o de outrora,
E no presente já pereceu.

Sonho, brincadeira, esperança.
Vive-se no tempo,
Desde a infância.

16 de setembro de 2014

Novo Mundo



por Douglas Weege

Cansaço. Exaustão. Incredulidade. Conversão.
Cansado de tanta coisa velha ser dita como nova.
Exausto de muita palavra sem conteúdo.
Incrédulo quanto ao ser humano, ser impuro.
Convertido a esperança infundada de um novo mundo.

29 de agosto de 2014

Para o recanto


por Douglas Weege

Conhecer é uma descoberta
Assim como quem se desperta
De um escuro sonho
Para tudo o que é novo

O novo alimenta, apimenta
Causa angústia até saber, conhecer
Pois o novo encanta, como a dança
Que os olhos faz brilhar, se entregar

Entregue-mo-nos ao espanto
De descobrir a magia, que inspira
Que se mostra a cada dia, na rotina
Para nos levar do assombro ao recanto

24 de maio de 2014

A culpa não é do futebol!


por Douglas Weege

A culpa não é do futebol. Este é apenas um esporte como qualquer outro (mesmo os amantes do futebol, como eu, devem aceitar isso) e, como qualquer outro esporte, é realizado, desenvolvido e idealizado por pessoas. Aí reside o problema: pessoas. Com o interesse privado subordinando o interesse público nos deparamos com um problema de gestão. Não desta gestão, mas da cultura governamental instaurada desde a muito tempo em nossa nação. Aí reside, em grande parcela, o que podemos chamar de culpa. A culpa, como em qualquer esporte coletivo, não é individual, mas de grupo e, deste modo, todos nós estamos inseridos.

30 de março de 2014

Erudição Burra [intro]


por Douglas Weege

Quando ataco a intolerância de um grupo de maneira intolerante que diferença faz? Que resolução encontro? Quando justifico minha violência a partir da violência de outrem que diferença faz? Que resolução encontro? Quando não permito alguém de opinião contrária falar porque certa feita fui proibido de falar pelo mesmo motivo que diferença faz? Que resolução encontro? Quando oprimo alguém por ter sido oprimido antes que diferença faz? Que resolução encontro?

25 de julho de 2012

Um novo dia, um novo olhar!


por Douglas Weege
Olha a calmaria 
Vês a arte da vida? 
Destas águas tranquilas
Transborda um novo dia

28 de abril de 2011

Eu não quero perder! [breve reflexão]


O título acima nos remete a uma realidade evidente. Eu e você, por vezes, nos deparamos em situações onde afirmamos com todas as letras: EU NÃO QUERO PERDER! Mas é interessante perceber que, ao meu ver, a todos os momentos Deus vem nos mostrando que precisamos passar por este aprendizado da “perda”. Até porque no Reino de Deus a lógica é diferente da nossa. Vemos que o último é que é o primeiro, o servo é que é o senhor e, porque não, aquele que perde é que é o vencedor. Sim, preciso aprender a perder e lhe convido a este aprendizado, pois “quem perder a sua vida por minha causa, a encontrará”. (Mateus 16:25)

por: Douglas Weege

28 de maio de 2008

Nunca somos o que mostramos!

Imagino que havia um engano

Havia um engano de quem imaginava que era

Era um engano imaginado e nada mais

Não era nada além de uma imaginação